terça-feira, 5 de setembro de 2017

PORTO DE SANTOS, MAIOR EXPORTADOR DE DROGAS, ENVERGONHA O BRASIL...

PF cumpre 127 mandados de prisão contra suspeitos de mandar cocaína para Europa em navios

Reuters seg, 4 de set 08:53 BRT

COMUNICAÇÃO CONTINUA VAGA?

Maria Marques apoia Herzem, mas não assume Secretaria

BRG - A jornalista Maria Marques, professora do Curso de Comunicação da Uesb, afirmou que vai dar “total apoio à gestão Herzem”, mas que por motivos de ordem pessoal não irá assumir, neste momento, a Secretaria Municipal de Comunicação.
A professora, que é doutora em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa, é filiada ao PMDB e amiga pessoal de Herzem há quase 20 anos. Com longa experiência no setor, a jornalista garantiu que o fato de não assumir o cargo não a afasta nem do governo, nem do prefeito:
“Fiquei extremamente honrada com o convite de Herzem Gusmão, a quem respeito, acredito e confio. Lamentei muito não poder assumir a pasta. Mas garanti ao prefeito que estou à disposição para colaborar com o governo sempre que for necessário. Afinal, é uma questão que vai além da amizade e alcança à militância, já que sou filiada ao PMDB”.

JBS SERÁ INVESTIGADA. E NÃO É SEM TEMPO!

PGR EM PALPOS DE ARANHA. JANOT MANDA APURAR ENVOLVIMENTO DE PROCURADOR NA DELAÇÃO DA JBS

'Áudios com conteúdos gravíssimo foram obtidos pela procuradoria', afirma Janot
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, anunciou nesta segunda-feira (4) que determinou a abertura de investigação para apurar indícios de omissão de informações de práticas de crimes no acordo de delação premiada dos executivos do grupo J&F, controlador do frigorífico JBS. Segundo Janot, dependendo do resultado da investigação, os benefícios oferecidos no acordo de colaboração de Joesley Batista e de outros dois delatores poderão ser cancelados.
Em um pronunciamento na sede da Procuradoria Geral da República (PGR), o chefe do Ministério Público informou a jornalistas que os investigadores obtiveram na última quinta-feira (31) áudios, com conteúdo que ele classificou de "gravíssimo", nos quais um dos donos da empresa, Joesley Batista, conversa com Ricardo Saud, diretor institucional da J&F e um dos delatores da Lava Jato.
No diálogo, ocorrido no dia 17 de março, os dois conversam sobre uma suposta atuação do ex-procurador da República Marcello Miller para ajudar os executivos a fechar a delação. Na época, Miller ainda trabalhava no Ministério Público.
Saud fala ainda no áudio de uma conta corrente que tinha no Paraguai não informada no acordo de delação, fechado em maio deste ano.
A revisão da delação, destacou Janot, atinge três dos sete executivos da empresa que fecharam a delação. Além de Joesley e Saud, também será investigado Francisco de Assis e Silva, advogado da empresa.
"Determinei hoje [segunda] a abertura de investigação para apurar indícios de omissão de informações sobre práticas de crime no processo de negociação para assinatura do acordo de delação no caso JBS. Áudios com conteúdo grave, eu diria gravíssimo, foram obtidos pelo Ministério Público Federal na semana passada, precisamente, na quinta-feira, às 19h", afirmou Janot na entrevista concedida no auditório da PGR, em Brasília.
'Áudios com conteúdos gravíssimo foram obtidos pela procuradoria', afirma Janot.
Ainda de acordo com o procurador-geral, a análise da gravação revelou diálogo entre dois colaboradores "com referências indevidas à Procuradoria Geral da República e ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo ele, a investigação poderá levar à eventual rescisão do acordo de colaboração, hipótese em que apenas os benefícios obtidos pelos delatores são anulados, mas não as provas entregues por eles:
A eventual rescisão do acordo não invalida as provas até então oferecidas. Conforme a lei que disciplina a colaboração premiada, se a culpa do colaborador ensejar a rescisão do acordo, ele perde todos ou alguns dos benefício, depende de como vamos modular isso.
"E o Estado aproveita todas as provas apresentadas pelos colaboradores. Isso é o que diz a lei e essa é a responsabilidade imposta na conduta dos colaboradores desde o momento que fazem a colaboração até o momento da conclusão dos processos penais. Ao final do processo penal, será apurada a eficácia [da colaboração]”, acrescentou Janot.

Novo áudio

Segundo Janot, o áudio foi entregue na semana passada pelos próprios delatores da JBS para complementar a delação premiada. A conversa entre Joesley e Saud teria quatro horas de duração, parte dela com “meras elucubrações”, mas que, segundo a PGR, devem ser apuradas.
O arquivo não está sob sigilo, mas será enviado antes para o ministro Edson Fachin, relator do caso no STF, para análise. Ainda nesta semana, Joesley, Saud e Assis serão chamados a depor e esclarecer a conversa gravada.
Caberá ao ministro liberar o conteúdo do áudio, que deverá avaliar que partes deverão ser excluídas por tratarem da vida privada e íntima de pessoas não investigadas.
O colunista do G1 Matheus Leitão apurou que a investigação sobre a suposta omissão de informações no acordo de delação premiada deve terminar até o final do mandato de Janot à frente da PGR.
Apesar de não definir um prazo publicamente, nos bastidores investigadores afirmaram ao colunista de que tentarão elucidar os fatos até 15 de setembro, último dia útil de Janot no cargo. A nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge, assume a chefia do Ministério Público no dia 18 de setembro.

O que disse a J&F

Em nota divulgada após o pronunciamento de Janot, a defesa dos delatores da J&F chamou de "interpretação precipitada" a análise do Ministério Público sobre o material entregue à PGR pelos executivos do grupo empresarial.
Os advogados disseram no comunicado que o episódio será "rapidamente" esclarecido, "assim que a gravação for melhor examinada".
"Conforme declarou a própria PGR, em nota oficial, o diálogo em questão é composto de 'meras elucubrações, sem qualquer respaldo fático'. Ou seja, apenas cogitações de hipóteses – não houve uma palavra sequer a comprometer autoridades. É verdade que ao longo do processo de decisão que levou ao acordo de colaboração, diversos profissionais foram ouvidos – mas em momento algum houve qualquer tipo de contaminação que possa comprometer o ato de boa fé dos colaboradores", complementa a nota dos delatores da J&F.

Acordo de delação

O acordo de Joesley Batista, homologado por Fachin em maio deste ano, prevê que poderá haver rescisão do ato “se o colaborador mentir ou omitir, total ou parcialmente, em relação a fatos ilícitos que praticou, participou ou tem conhecimento”.
'Ninguém prevalece acima da lei', afirma o procurador-geral da República Outra cláusula diz que, em caso de rescisão por culpa exclusiva do delator, ele “perderá automaticamente direito aos benefícios que lhe forem concedidos em virtude da cooperação com o Ministério Público Federal, permanecendo hígidas e válidas todas as provas produzidas, inclusive, depoimentos que houver prestado e documentos que houver apresentado, bem como válidos quaisquer valores pagos ou devidos a título de multa”.
'Ninguém prevalece acima da lei', afirma o procurador-geral da República

Procurador da Lava Jato

Na gravação, há relato de conduta criminosa por parte do ex-procurador da República Marcelo Miller, auxiliar próximo de Janot que deixou o Ministério Público neste ano para atuar em um escritório de advocacia que atende a JBS. Posteriormente, ele foi desligado da banca.
Na PGR, ele trabalhou como auxiliar direto de Janot por três anos, inclusive, em casos ligados à Operação Lava Jato.
“Se [Miller] descumpriu a lei no exercício de suas funções, deverá pagar por isso. Não só ele, qualquer pessoa que vier a ter descumprido deverá pagar. Não há ninguém que, republicanamente, esteja a salvo da aplicação da lei”, observou o chefe do MP.
Em um comunicado divulgado durante a coletiva de Janot, a Procuradoria Geral da República informou que os novos áudios entregues pelos delatores da JBS indicam que Marcello Miller atuou na "confecção de propostas de colaboração" do acordo que viria a ser fechado entre os colaboradores e o Ministério Público Federal. Além disso, eles teriam conversado sobre ministros do Supremo.
"Consta do vasto material entregue à PGR diversos áudios, um dos quais possui cerca de quatro horas de duração, aparentemente gravado em 17 de março deste ano, e traz uma conversa entre os colaboradores Joesley Batista e Ricardo Saud. Apesar de partes do diálogo trazerem meras elucubrações, sem qualquer respaldo fático, inclusive envolvendo o Supremo Tribunal Federal e a própria Procuradoria Geral da República, há elementos que necessitam ser esclarecidos", diz trecho do comunicado da PGR.

'Não falo sobre isso'

Em seu último dia de visita oficial à China, Michel Temer foi questionado por repórter e aos jornalistas, o presidente afirmou que não iria comentar o assunto e se limitou a dizer que está sereno.
"Não falo sobre isso. Realmente, eu tenho que ter a maior serenidade, como sempre tive. Respeito todas as decisões que forem tomadas pela Justiça, pela Câmara dos Deputados, pela Procuradoria Geral. Eu tenho que respeitá-las, mas não devo falar uma palavra sobre isso", declarou.
Declarações de Janot repercutem no Congresso

JOESLEY O SAFADÃO E SAUD, O

Áudio integral da JBS foi entregue por descuido, sugere análise preliminar


G1 - Matheus Leitão
A análise preliminar do Ministério Público sobre a omissão de informações na delação dos executivos da JBS sugere que o áudio integral foi entregue por descuido à Procuradoria Geral da República no final da semana passada.

O prazo para os delatores apresentarem documentos terminava na quinta e, segundo a PGR, os colaboradores não sabiam que o Supremo havia autorizado prorrogar a data-limite em mais 60 dias.

Por isso, avaliam procuradores, o áudio completo, com cerca de quatro horas, foi entregue num descuido dos  colaboradores.

Segundo investigadores com acesso à gravação, depoimentos dos delatores, ainda nesta semana, serão fundamentais para resolver esse tipo de dúvida.

Pessoas que ouviram os áudios relataram ao Blog que, aparentemente, alguns dos envolvidos na conversa gravada poderiam não estar "totalmente sóbrios".

Ainda segundo investigadores, é possível perceber a relação próxima de Marcelo Miller, ex-auxiliar de Rodrigo Janot, e os delatores da JBS.

Nesta segunda (4), Janot revelou à imprensa que pediu a abertura de investigação para apurar a suspeita de  irregularidades no acordo de delação premiada dos executivos.

Suspeita-se que os delatores foram ajudados pelo ex-procurador na elaboração de anexos da delação premiada.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

VAMOS AO TEATRO?


ACOMODAÇÃO POLÍTICA E REMANEJAMENTO VISAM OTIMIZAR SERVIÇOS AO PÚBLICO:

Esmeraldino Correia e Paulo César tomam posse hoje na Secretaria de Mobilidade Urbana e Agricultura, respectivamente,  na Prefeitura de Conquista

BRG

Na tarde desta 2ª feira (4), no gabinete do prefeito Herzem Gusmão (PMDB), na Prefeitura de Vitória da Conquista tomarão posse os secretários Cel. Esmeraldino Correia (PPL) na Mobilidade Urbana e Paulo César (PSDB) na Agricultura e Desenvolvimento Rural.
Todos os secretários, o presidente da Câmara Municipal e vereadores serão convidados para a solenidade de posse dos novos secretários. A reativação da Secretaria de Mobilidade Urbana, com independência agora desatrelada da Secretaria de Infraestrutura dará mais velocidade as ações que visam modernizar a cidade no trânsito e transporte.
“Cidade Para Pessoas – esse será o nosso lema. Pretendemos tornar a nossa cidade mais bela com acessibilidade e mais segurança e fluidez no trânsito”, são afirmações do prefeito Herzem Gusmão em entrevistas concedidas à imprensa em Conquista.
Comunicação
A Secretaria de Comunicação continua paralisada, e o Governo Municipal reconhece que nela reside o pior desempenho na atual gestão. Na tarde de hoje, na posse dos novos secretários, uma novidade será anunciada. O blog não conseguiu a notícia para antecipar aos nossos leitores.
Serviços Públicos
O nome do substituto do Cel, Esmeraldino Correia poderá ser anunciado, ou até mesmo tomar posse na tarde de hoje. A administração municipal tem registrado que a Secretaria de Serviços Públicos, que goza de grande prestígio na cidade na gestão de Correia, terá que ter um nome capaz de dar continuidade ao ritmo acelerado que foi introduzido pelo seu titular.

CUIDADOS COM ACIDENTES GRAVES:

Evite acidentes no uso do telefone celular                                     

Um dos primeiros casos de acidentes pessoais na utilização de celulares foi registrado pelo jornal inglês The Independent, em 2004, que, embora tendo reconhecido a veracidade do fato, equiparou-o a alguns mitos urbanos. Esse acidente ocorreu na Índia com K. Viswajith, um jovem de 31 anos, que morreu eletrocutado ao atender o celular, o qual estava plugado na tomada. A partir daí sugiram muitas correntes na internet que relatavam acidentes com celulares, a respeito das quais não se sabia se eram verdadeiras ou falsas.

Atualmente, a melhor maneira de prevenir tais acidentes é ler atentamente o manual e seguir suas recomendações, até para que você possa ter razão contra os fabricantes, em caso de acidentes graves. Além da leitura atenta do manual, outras recomendações para prevenir acidentes pessoais no uso de celulares e smartphones, é tomar alguns cuidados básicos, os quais estão relacionados a seguir:
(1) Não jogar ou atender chamada no celular se estiver carregando, principalmente se o tempo estiver chuvoso e com descargas elétricas atmosféricas ocorrendo;
(2) Não carregue o celular próximo de um chuveiro ligado, especialmente o do banheiro, pois a concentração de umidade no ar, neste caso, pode causar danos aos aparelhos e, igualmente, não o carregue próximo a pia com a torneira aberta ou em qualquer ambiente com umidade;
3) Não toque no celular com as mãos molhadas, se estiver carregando;

(4) Não deixe o celular carregando em cima de materiais combustíveis, como papéis, ou dentro de caixas, gavetas, ou pior, dentro de automóveis, sob o sol, com ar condicionado desligado;
(5) Não toque nas partes metálicas do carregador, quando for carregá-lo, para evitar possíveis choques;
(6) Não torça demais o cabo do carregador, nem coloque objetos pesados sobre ele, para evitar danos ao transformador, que podem permitir a passagem de uma corrente maior, e causar choque ou excesso de aquecimento no aparelho;
(7) Não carregar o celular perto de fontes de calor de calor como televisão e micro-ondas;
(8) Caso você tenha iPad iPhonenão utilize o carregador do iPad para carregar o iPhone, pois a voltagem e corrente do iPad são superiores às do iPhone;
(9) Não empreste o carregador de um colega para carregar seu aparelho, a menos que seja da mesma marca e modelo ou que você tenha certeza de ser um modelo compatível; pois alguns modelos de mesma marca podem ser, eventualmente, compatíveis. Caso queira tirar dúvidas, consulte o site do fabricante e informe-se;
(10) Use somente carregadores originais, os quais são específicos para a marca e modelo do seu celular ou smartphone;
(11) Não utilize carregadores não fabricados no Brasil, pois podem ser incompatíveis com a rede elétrica brasileira, e por isso podem apresentar corrente elétrica e voltagem superiores a do seu aparelho;
(12) Com o objetivo de evitar possíveis sobrecargas de energia, não utilize quaisquer equipamentos intermediários entre o carregador e a tomada, como benjamins, extensões adaptadores de tomada, etc.;
(13) Só compre baterias recomendadas pelo fabricante, pois, neste caso, as baterias apresentam o selo de aprovação da ANATEL, o que certifica sua autenticidade, estando livre de falsificação;
(14) Habitue-se a terminar o carregamento da bateria de seu celular ou smartphonepelo plugue/tomada e não pelo conector USB/porta mini USB do celular e, se tiver dúvidas ou desconfianças, não toque no celular enquanto estiver carregando;
(15) A cada cinco anos, contrate um profissional capacitado para revisar as instalações elétricas de sua casa ou escritório.
Aparelhos de revestimento plástico, eventualmente, podem ser mais seguros, devido ao plástico não permitir a condução de eletricidade, desde que a tecnologia de vedação seja perfeita, de modo a não permitir que eventuais excessos de energia sejam transferidos para a mão do usuário; enquanto que aparelhos com estruturas metálicas externas possivelmente podem apresentar maiores riscos aos usuários, em caso de sobrecarga de corrente elétrica. Não é à toa que os iPhones estão mais frequentemente ligados a tais episódios.
O carregador é constituído por um transformador, um cabo e um miniconector USB. O transformador, que é a parte conectada à tomada elétrica, modifica valores superiores de tensão elétrica (voltagem), recebida da rede elétrica, para valores inferiores, com os quais os aparelhos trabalham. Celulares e smartphones operam com voltagem de 3 a 5V. Por este motivo é que sempre devem ser utilizados carregadores originais, de mesma marca, modelo e fabricados no Brasil, já que a rede elétrica de outros países pode ter padrões de voltagem e amperagem diferentes. Atualmente, os carregadores são programados para deixar de enviar energia para a bateria, assim que atinja a carga máxima, portanto, neste caso, só haverá acidente se houver um possível defeito de fábrica no carregador, que altere esta programação.
Em relação à explosão e implosão de celulares, a causa pode ser atribuída às baterias de íons de Lítio, que, apesar de armazenarem o dobro de energia em comparação a outros tipos, podem explodir ou implodir mais facilmente, por esse motivo é que precisam ser conservadas em temperatura de 25ºC ou pelo menos em temperaturas não superiores a 50ºC, e porque seu celular não deve ser deixado em ambientes que possam exceder este valor, como por exemplo, dentro de um carro sob o sol com ar condicionado desligado.
Fonte: notebookesimilares.com.br